Com as verbas de publicidade desaparecendo pelo ralo, por essa ameaça ninguém esperava
O fim do patrocínio da Caixa no futebol

No Brasil essa resenha é antiga. Os clubes e entidades esportivas estão sempre com o pires na mão pedindo verba de patrocínio. De tempos em tempos aparece um banco ou uma empresa benevolente com apetite para socorrer um monte deles. Nos anos 80, era comum ver quase todos os times da "Série A" do Campeonato Brasileiro estampando a marca da Coca Cola no peito. No início da década atual, o BMG foi o parceiro dadivoso para muitos. Atualmente, a Caixa Econômica Federal é a salvadora. Mas esse milagre pode estar com os dias milimetricamente contados se o presidente eleito Jair Bolsonaro levar adiante a promessa que fez essa semana no Twitter. 

É só você entrar no site oficial da Caixa Econômica Federal para ter uma ideia do quanto a instituição financeira estatal deve gastar só com esporte. A relação de clubes das duas principais divisões do futebol brasileiro tem 24 beneficiados. 

Em Minas Gerais os favorecidos são América, Atlético e Cruzeiro. Flamengo e Botafogo no Rio de Janeiro. Bahia, Fortaleza, Vitória, CRB, CSA, Ceará e Sampaio Corrêa são os clubes do nordeste. O Paraná é o estado com mais times patrocinados, quatro no total: Atlhetico, Coritiba, Londrina e Paraná. Em Santa Catarina tem mais dois: Criciúma e Avaí. São Paulo foi atendido com verbas para Ponte Preta e Santos. Os três clubes da capital goiana também recebem para usar a marca da Caixa: Atlético, Goiás e Vila Nova. No norte apenas o Paysandu foi agraciado com recursos de patrocínio. 

Tem ainda aporte financeiro para bancar em parte campeonatos organizados pelas federações Capixaba, Sergipana, Sul Mato-Grossense, Paraibana, Piauiense, Potiguar e Rondoniense. 

O jornalista Rodrigo Capelo, especializado em negócios no esporte e economia, acompanha de perto o dinheiro que rola na bola. De acordo com dados levantados por Capelo junto a Caixa, de dezembro de 2012, quando o banco começou a patrocinar o Corinthians, até hoje foram distribuídos 815 milhões e 600 mil reais para clubes e entidades ligadas ao futebol. "Não tem nenhum outro patrocinador que patrocinou tanta gente e com tanta vontade nesse mesmo período", afirma Rodrigo. 

A conta do investimento da Caixa engrossa ainda mais porque não é só o futebol que se beneficia desse dinheiro "abençoado". Vários projetos sociais voltados ao esporte recebem recursos caridosos do banco estatal através de parceria. 

O patrocínio se estende ainda as equipes olímpicas e paralímpicas, ao atletismo e ao basquete. 

 

O fim do patrocínio da Caixa no futebol

 

Outro programa muito badalado é o Bolsa Atleta. Aqueles que se credenciam e são aprovados para receber o que a Caixa chama de "auxílio", podem embolsar todo mês de 370 reais até 15 mil reais se for qualificado no patamar de "Atleta Pódio". 

Os patrocínios amparam, igualmente, a área cultural, sustentando projetos, programas e patrimônio. 

É muita coisa. 

Segundo o presidente eleito Jair Bolsonaro divulgou na conta dele no Twitter, o total chegou a dois bilhões e meio de reais em 2018. O futuro chefe do executivo nacional avisou que vai rever todos os contratos assim que tomar posse. 

 

O fim do patrocínio da Caixa no futebol


A promessa ameaçadora de Bolsonaro já deve estar tirando o sono de muito presidente de clube. O futebol brasileiro sobrevive há anos basicamente da bufunfa que vem da televisão. Essa receita é responsável por mais de 50% do que a maioria dos clubes da "Série A" tem para gastar a cada temporada. 

As outras fontes são bilheteria, negociação de jogadores, programas de sócio torcedor e patrocinador. A ordem varia muito em função do desempenho do time ao longo do ano. Quem vai bem, enche o estádio e engorda o caixa com dinheiro dos grandes jogos. O número de sócios também aumenta e os atletas ganham valor de venda. 

Se o ano é ruim, os números flutuam na direção oposta. Por isso que a verba de patrocínio é um dinheiro muito comemorado. Independente do que o time produz o dinheiro tá garantido. 

"O que a gente viu no futebol brasileiro é que de 2007, 2008 para frente teve uma expectativa alta de patrocínio, principalmente depois que a Hipermarcas colocou uma verdadeira fortuna no Corinthians. O Ronaldo tinha chegado, lotearam as camisas, e os clubes começaram a arrecadar mais com patrocínio", explica Rodrigo. 

Mas a febre dos patrocínios robustos passou. O mercado publicitário atravessa um período de retração por causa da crise econômica. Enquanto tem poucas empresas dispostas a apadrinhar clubes, o futebol segue na contramão. 

A cada temporada tem times que aumentam sem parar o tamanho da folha de pagamento. Isso quer dizer que estão remunerando os profissionais com salários maiores, e se tornando ainda mais dependentes de patrocínios que ajudem a bancar esses custos. 

"O que a gente viu de 2013 para frente é que patrocínios privados, que já eram poucos, minguaram. A Caixa virou a salvação de muita gente. Se a Caixa sair, fazer essa reposição vai ser difícil porque a economia do país ainda não melhorou", garante o especialista. 

A própria Caixa já vinha sendo comedida ao renovar os contratos com os clubes. O banco também parou de acompanhar os gastos frequentes dos donos da bola. 

No ano passado, o dinheiro empenhado no futebol foi o maior já pago pela instituição, 163 milhões e 100 mil reais. Em 2018, a redução foi considerável. O total não ultrapassou a 138 milhões e 700 mil reais. "A Caixa não reajustou seus patrocínios, os valores ficaram sempre iguais, e com a inflação eles foram desidratando", é o que enxerga Capelo. 

 

Pode piorar ainda mais 

 

O corte total da grana por parte da instituição financeira seria um golpe duro no atual momento. Os times também correm risco de perder mais dinheiro com a mudança da forma de distribuição das cotas de televisão em 2019. 

No modelo proposto pela Rede Globo, e aceito por quase todos os clubes, do montante destinado ao Campeonato Brasileiro, 40% serão divididos igualmente pelos 20 times, sem distinção. Outros 30% deverão ser repartidos levando em consideração a exposição de cada clube (número de partidas transmitidas em tv aberta e fechada e mais pay-per-view). Os 30% restante são ainda mais incertos. A distribuição desse percentual vai levar em conta a classificação do Brasileirão. O dinheiro será entregue só no final da temporada. Os times que forem rebaixados não receberão nada. 

"Os clubes da primeira divisão não vão ter um ano fácil em 2019, exatamente por causa da mudança no sistema de cotas da TV e no fluxo de caixa. Vai ser muito difícil o primeiro semestre de todos os clubes da Série A", explica o jornalista. 

Rodrigo faz ainda um importante alerta para a turma da caneta que está se planejando para o ano que vem pela frente. "Bilheteria nunca encheu barriga de ninguém e em um momento de crise as pessoas não tem tanto dinheiro para gastar com supérfluos. E o futebol, por mais que a gente goste, é um supérfluo no dia a dia das pessoas. A situação é bem difícil para 2019. Essa sinalização do Bolsonaro, de que patrocínios e publicidade da Caixa são indesejáveis, é sem dúvida um mal sinal do que pode acontecer com o nosso futebol" profetiza Capelo. 

 

* a foto da capa é de Vítor Silva/SSPress/Botafogo

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Ricardo CHAGAS

Ricardo CHAGAS

Único investimento em que deveriam ser patrocinado seria os esportes sem sim lucrativos como em comodidade e praça
★★★★★DIA 11.01.19 14h00RESPONDER
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Ricardo, principalmente a questão do bolsa atleta. Acho que o governo poderia rever, afinal, tem centenas de atletas que vivem com salário mínimo ganho em outras atividades. Abraço 

★★★★★DIA 11.01.19 15h15RESPONDER
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Mauricio Batista

Mauricio Batista

Acho que clubes tem que virar empresa, se quer ajudar, ajuda os atletas olimpicos, que sao os mais prejudicados sem verba de patrocinio, pois empresas nao tem incetivo para poder patrocinar o esporte amador, entao acho que deveria ser obrigacao do estado, se parar de dar dinheiro para clubes de futebol, sobra mais para o esporte amador. E no mais como a caixa e um orgao do governo esse dinheiro estaria somente voltando em forma de beneficio. Precisamos de mais seriedade neste Pais. Toda mudanca tem consequencia, mas sera boa para todos. Obrigado.
★★★★★DIA 15.12.18 18h12RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Opinião interessante, Maurício. Que sirva de reflexão para quem tem o poder de tomar decisões nessa área. Volte sempre. Abraço.

★★★★★DIA 15.12.18 18h42RESPONDER
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Luiz Bento Pereira

Luiz Bento Pereira

uai sô... e os clubes são empresas estatais por acaso. rssss. Esses investimentos de bancos, geralmente tem retorno. isso é conversa fiada. No caso da globo é que eu quero ver ele cortar o patrocínio de futebol de areia e outros esportes esquisitos que ele inventa para ficar todo mundo de camisa amarela.

★★★★★DIA 16.12.18 00h03RESPONDER
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Luiz, no meio comercial/empresarial, normalmente as partes só olham para os seus interesses. O modelo que vivemos vai continuar assim, infelizmente. Abraço 

★★★★★DIA 18.12.18 18h00RESPONDER
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Flávio Maya

Flávio Maya

Ouso discordar dos demais comentaristas e do próprio blog, por 3 motivos: a) É também dever do Estado investir em lazer (art. 227 da Constituição da República); b) sem patrocínio, não se forma time e, sem time, não há títulos, não há torcida, não há público, não há renda...; e, c) a CEF gastou com o futebol em 2017, segundo a notícia acima, pouco mais de 163 milhões, sendo que teve durante aquele ano um lucro líquido de 12 bilhões e quinhentos milhões, ou seja, a parcela investida é ínfima, se comparada ao lucro obtido e ao retorno que ela propicia, relacionado ao bem estar do torcedor. Deve-se manter, portanto, o patrocínio. Obrigado.
★★★★★DIA 15.12.18 15h37RESPONDER
Guilherme Mendes, Bruno Andrade
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Obrigado, Flávio. Ter opiniões diferentes só ajuda a enriquecer o debate e a reflexão sobre o tema. Por isso que digo que a nossa opinião não quer dizer ser a grande verdade. Venha sempre nos visitar. Abraço 

★★★★★DIA 15.12.18 15h58RESPONDER
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Luiz Bento Pereira

Luiz Bento Pereira

Não penso assim, mesmo que sejam ínfimos os valores aplicados o que eu acredito que sejam muito mais do que o amigo citou, eu acho que bancos públicos devem devem captar recursos financeiros no mercado de poupadores, principalmente os mais pobres que não podem investir a médio e longo prazo e remunera-los com os lucros e não ficar patrocinando clubes e a globo que indiretamente é a maior beneficiaria de tudo isso. juros de 0,5 % ao mês contra 10 a 12% de que cobram de quem fica no vermelho é um absurdo. Isso é que esse presidente deveria falar e não as bobagens que ele fala pra inglês ver.

★★★★★DIA 16.12.18 00h09RESPONDER
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Luiz, obrigado pela sua opinião e posicionamento. A nossa intenção aqui é provocar a troca de ideias e pensamentos. Nem sempre todos terão uniformidade na forma de ver os temas. Mas isso ajuda demais ao nosso crescimento. 


Venha sempre nos visitar. 

★★★★★DIA 18.12.18 18h03RESPONDER
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Renato Lins

Renato Lins

E com a falta de patrocínio acaba o salario nababesco dos pernas de pau...
★★★★★DIA 15.12.18 13h28RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Renato, salários altos o futebol vai pagar sempre. O fundamental será os clubes se adequarem com responsabilidade ao novo cenário que vem por aí. Abraço

★★★★★DIA 15.12.18 13h32RESPONDER
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Luiz Bento Pereira

Luiz Bento Pereira

isso, desse comentário eu gostei. esses jogadores mesmo que não sejam perna de pau, não deveriam ganhar mais que a gente que trabalha duro e às vezes ralamos num banco de faculdade durante 8, 10 anos, pra depois começar a trabalhar e a gente leva 5 anos pra ganhar o que muitos deles ganham em um mês.
★★★★★DIA 16.12.18 00h12RESPONDER
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Renato, o mundo vive um grande desequilíbrio. Se olharmos para a massa de 14 milhões de desempregados no país vamos encontrar muitos profissionais com curso superior, qualificados, mas sem oportunidade. E a tendência é aumentar esse índice, independente do governo. Centenas de profissões vão deixar de existir em alguns anos. Preocupa muito mais do que as pessoas imaginam. Abraço 

★★★★★DIA 16.12.18 08h53RESPONDER
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Jeferson Ferreira

Jeferson Ferreira

Caixa Economica vai financiar somente o time do "coiso" ... vamo la parmeira
★★★★★DIA 15.12.18 13h15RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Jeferson, o único clube que já tem um farto patrocinador e não precisa de mais é o seu Palmeiras. Parabéns pelo título. Abraço e volte sempre. 

★★★★★DIA 15.12.18 13h34RESPONDER
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mauricio ssouza

mauricio ssouza

MAIS UM PONTO POSITIVO DO NOSSO PRESIDENTE ! TIMES DE FUTEBOL DEVERIAM VIRAR EMPRESAS E NAO BAJULADOS PELOS ABUTRES QUE COMANDAM O NOSSO FAMIGERADO '' DEUS NOS ACUDAM'' .DIRIGENTES CORRUPTOS E MAFIA DA LIXOGLOBO, TEM QUE ACABAR MESMO. TEMOS QUE ENXUGAR ESTA INDUSTRIA DE CAMPEONATOS, QUE SO PREJUDICA OS TORCEDORES FANATICOS QUE DEIXA DE ALIMENTAR SUAS FAMILIAS PARA PAGAR INGRESSOS CAROS.
★★★★★DIA 15.12.18 12h55RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Maurício, como se diz na minha terra: cada qual com os seus problemas. Pode ser uma boa oportunidade para os times se reinventarem sem a depedência de dinheiro do governo. Abraço e bom final de semana. 

★★★★★DIA 15.12.18 13h36RESPONDER
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Sérgio Oliveira

Sérgio Oliveira

Que notícia boa !...não votei nele. Mas vou bater palma se essa verba toda for investida em educação, saúde, segurança pública.. e outras áreas que o país precisa. Mas vamos acompanhar se vai ser mesmo. Retorica já tô cheio.
★★★★★DIA 15.12.18 12h26RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Sérgio, como diria Adílson Batista, "vamos aguardar". Abraço e venha sempre nos visitar.

★★★★★DIA 15.12.18 13h37RESPONDER
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José Fialho

José Fialho

Acho que os dirigentes tem que terem mais responsabilidade com seus clubes, só podem gastarem na proporção da receita, Tem dirigente que não tem competência p administrar nem um pequeno comércio.
★★★★★DIA 15.12.18 11h56RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Fialho, administrar uma empresa é como cuidar da sua própria casa, correto? Você tem uma previsão para as suas despezas mensais levanto em consideração o seu poder de ganho no final do mês. Se for gastar mais do que recebe, no mês seguinte vai ter que arrumar um jeito de também ganhar mais para cobrir o buraco. Caso contrário começa a viver em um ciranda de dívida. Até aqui não falei nada demais, que todo mundo não esteja cansado de saber O problema está na irresponsabilidade de você passar meses e até anos nessa aventura. A conta no final do mês nunca fecha e seu passivo só aumenta. No futebol isso acontece no mundo inteiro. O agravante é que muitos dirigentes se preocupam em sobreviver e conquistar títulos apenas na sua gestão. A bomba que vão deixar para o próximo pouco importa. Mas isso é papo para um outro bate papo no blog. Abraço e bom final de semana. 

★★★★★DIA 15.12.18 12h16RESPONDER
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Marco Cesário

Marco Cesário

Demorou! Dinheiro da caixa econômica federal tem que usado na área de cursos de qualificação e etc... Para os trabalhadores e desempregados.
★★★★★DIA 15.12.18 11h39RESPONDER
Guilherme Mendes, Renato Lins
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Cesário, vamos esperar para ver se a ameaça de corte do patrocínio vai adiante e o que o governo pretende fazer com esse dinheiro. Está claro que recurso para a Caixa investir em ajuda não falta. Abraço e bom final de semana. 

★★★★★DIA 15.12.18 12h19RESPONDER
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Fabiano Ribeiro

Fabiano Ribeiro

Ontem a câmara aprovou o projeto que permite sites de apostas patrocinarem os clubes brasileiros.
Os maiores times do mundo são patrocinados por esses sites .
Eles já são os principais anunciantes do Fox , ESPN, e também presente no Sportv.

Faço uma aposta que em dois anos os grandes clubes brasileiros estarão com esses sites na camisa , como patrocinador master . Não se com o mesmo valor inflado que a Caixa pagava .
Absss GM
★★★★★DIA 15.12.18 11h09RESPONDER
Guilherme Mendes
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Guilherme Mendes

Guilherme Mendes

Boa, Fabiano! Criatividade e competência, quando trabalham juntas, sempre encontram saída. O futebol nasceu e cresceu muito antes de patrcínios. Hoje os parceiros fazem parte do negócio, é só eles também encontrarem boas oportunidades que estarào presentes. Abraço e venha sempre nos visitar. 

★★★★★DIA 15.12.18 11h34RESPONDER
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